quinta-feira, 19 de maio de 2011

Contem-nos Histórias

"Anda cá que eu já te conto" é uma antologia de contos e contadores alentejanos. Doze contos tradicionais de enganos e de manhas passados entre gerações e continentes chegam-nos agora com a cor do Alentejo, na prosa de cinco contadores que a BOCA reúne em videolivro (livro + DVD) e em versão trilingue (pt/esp/eng), para os devolver ao mundo." É o segundo volume da colecção HOT – Histórias Oralmente Transmissíveis. À venda n' A Vida Portuguesa, uma novidade que é um património. E um encanto.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Convida Portuguesa

A fama dos guias Lisboa CONVIDA já chegou além fronteiras. O jornal britânico The Telegraph, por exemplo, recomenda aos visitantes de Lisboa que agarrem num exemplar, logo à chegada. "What to do. Pack flat shoes: you will walk a lot. On arrival, get the Convida Lisboa shopping guides, free at all hotels".

A última edição, revista e actualizada, também passa, como é hábito, pel' A Vida Portuguesa. Porque está a chegar a época das sardinhas; deliciosa também a versão de Rafael Bordalo Pinheiro, €15,00. Destaque ainda para o açucareiro com asas da Faplana, que já é um clássico do design, disponível em várias cores, €8,00. Os ténis Sanjo (preço sob consulta) voltam a fazer sucesso entre várias gerações de utilizadores. E duram...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Os sabonetes preferidos

Os magníficos sabonetes Ach. Brito aparecem em destaque na última edição da revista da Oprah, que celebra 25 anos de um dos programas televisivos mais famosos da história. E é ver o "Alface", o "Banho" e o "Ilyria" entre "as coisas preferidas de todos os tempos": "Toda a gente que me conhece sabe que eu adoro sabonete. Estas barras gigantes vêm nas mais bonitas embalagens Art Deco e têm um perfume fantástico. São as preferidas da nossa equipa há anos."

Este reconhecimento, que apesar de não ser novidade não podia ser mais sincero e entusiasta, emocionou a equipa da Ach. Brito: "É com imenso orgulho que, uma vez mais, vemos os nossos sabonetes a aparecerem entre os poucos produtos favoritos desta grande senhora do mundo da comunicação. Este reconhecimento do nosso trabalho, do nosso empenho e da nossa dedicação deixa-nos profundamente orgulhosos e agradecidos.

Pelos nossos trabalhadores, pelos nossos fornecedores, pelos nossos parceiros, pelos nossos clientes, pelos nossos amigos, e por tudo o que isto pode e significa para uma pequena empresa como a nossa e até para um país tão pequeno e com tanta falta de auto estima, como este nosso Portugal. Obrigada a todos!"

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Beiroa

"Chama-se Beiroa e é feita da lã das ovelhas da Serra da Estrela, as mesmas de cujo leite se faz o famoso queijo. Não tem tratamentos químicos nem foi tingida, para se manter o mais próxima possível da origem." Desenvolvida por Rosa Pomar para a sua Retrosaria, disponível n' A Vida Portuguesa. Porque os fins-de-semana também se fizeram para dar à agulha.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Oportunidades

"A crise está cheia de oportunidades, (...) o país esta cheio de oportunidades". A destoar de um discurso derrotista tão em voga, ontem no debate da Rádio Renascença "Portugal, que futuro?" falou-se daquilo que podemos fazer, cidadãos comuns, pela positiva. Por exemplo, ser mais exigentes com os nossos líderes e comprar produtos portugueses como forma de equilibrar o défice. Surgiram até dois exemplos concretos, de como se pode prosperar em situações de "infortúnio": a perna partida de Matisse e a invenção do Monopólio. Para ver e ouvir aqui.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Portugal – Que futuro?

"Catarina Portas, Pedro Lomba, Jacinto Lucas Pires e Joana Vasconcelos vão reflectir sobre o futuro do país hoje, às 19h00, no Auditório da Renascença, em Lisboa. É o quinto e último debate do ciclo "Portugal – Que futuro?", iniciativa que se insere nas comemorações do 75º aniversário da Renascença. O debate vai ser moderado por Raquel Abecasis, é aberto à participação de todos e pode ser acompanhado em directo em http://rr.sapo.pt."

De aprendiz de chapeleira a empresária

Para Catarina Portas, assumir que o ensino universitário é o único caminho "é um erro". Catarina Portas começa por dizer que não tem um curso, mas a verdade é que tem muitos. Pode nunca ter frequentado uma licenciatura mas, desde os 16 anos, altura em que deixou a escola para trabalhar como aprendiz num atelier de chapelaria, não parou de aprender.

"Tudo o que fiz na vida é-me útil hoje em dia", explica a empresária. "Trabalhei na área da moda, que é muito importante para aquilo que hoje faço com os produtos" à venda na loja A Vida Portuguesa", exemplifica. Quer fosse a fazer chapéus para a Christian Dior ou a trabalhar como jornalista para a revista "Marie Claire", a moda foi uma etapa. Mais uma, numa vida ainda preenchida pelo jornalismo de imprensa, rádio e televisão, pelos documentários e pelo empreendedorismo.

Pelo meio, Catarina Portas, uma "autodidacta" assumida, foi fazendo as formações que lhe pareciam "interessantes para enveredar por outros caminhos". "Uma das razões porque os meus negócios têm sucesso é porque sou muito livre a pensar", considera a empresária. Uma liberdade que, mais uma vez, pôs em prática quando se dedicou à loja "A vida portuguesa", que já tinha quando combinou com João Regal, sócio-gerente do DeliDelux, que fariam um curso de gestão que fosse compatível com os seus horários. Escolheram a Universidade Nova de Lisboa e "foi durante o curso que propus ao João a ideia dos quiosques", revela Catarina Portas.

A empresária critica a ideia de que "o único caminho é o universitário" e diz que pensar assim "é um erro". Aliás, está a trabalhar num projecto, para apresentar no orçamento participativo de Lisboa, de aprendizado na Baixa de ofícios tradicionais como joalharia e modista. Tudo porque "é das coisas mais dignas e maravilhosas uma pessoa fazer coisas com as mãos". O que Catarina Portas valoriza, quando contrata um recém licenciado, é a possibilidade de crescimento da pessoa. "Interessa-me também perceber se é empreendedora e tento muito que as pessoas fiquem". Andrea Duarte, Diário Económico, 3 de Maio 2011.