É quase pecaminoso deixar passar estes dias sem descobrir mais sobre a tradição do santo padroeiro de Lisboa, o casamenteiro entre os casamenteiros. Por isso recomendamos uma visita ao Museu Antoniano, no Largo de Santo António da Sé, precisamente.
Aventuras e reflexões sobre produtos antigos e novo comércio
É quase pecaminoso deixar passar estes dias sem descobrir mais sobre a tradição do santo padroeiro de Lisboa, o casamenteiro entre os casamenteiros. Por isso recomendamos uma visita ao Museu Antoniano, no Largo de Santo António da Sé, precisamente.
Fresquinha que nem uma sardinha, a Time Out que acaba de sair para as bancas traz as melhores ideias para festejar os santos. Porque o Santo António também se quer "padroeiro da ressaca. Se os três mandamentos da vida boémia são sexo, drogas e rock n' roll, os da noite mais boémia da cidade serão marchas, sardinha assada e música pimba. Ou rimas, manjericos e vinho tinto. (...)
"Há quanto tempo trabalha aqui?". A Vida Portuguesa até pode ser novata nestas coisas do atendimento ao público (quando comparada com outros casos de charmosa longevidade) e, por isso, olha com respeito e veneração para as lojas centenárias da zona da Baixa e do Chiado. Como as 15 selectas retratadas por Luísa Ferreira e que fazem parte da "Maior Exposição Fotográfica do Mundo - Lisboa 2011".
Há conversas de conservas a animar a loja online (entre outras novidades deliciosas, à volta do tema da sardinha, que é a época dela e tem que ser celebrada).
Foi uma aventura que começou atrás do balcão d' A Vida Portuguesa e acabou num hostel. Em destaque no Expresso, como um caso de "Criatividade em tempo de crise". "Carla, designer gráfica, e Patrícia, publicitária, conheceram-se numa loja onde trabalhavam, em 2009, e decidiram arriscar um investimento próprio. Nunca tinham feito nada e... gostavam da ideia de uma coisa que estivesse próxima da viagem e lhes proporcionasse conhecer pessoas. (...) "Penso que a particularidade deste hostel é precisamente fazer com que as pessoas se sintam em casa." Texto de Ana Soromenho, fotografia de Tiago Miranda.
"Agradeci e desliguei o telefone. Tenho uns ténis Sanjo pretos à minha espera na Vida Portuguesa (...) a simples necessidade de enfiar os pés dentro de um produto nacional de longa data e mais confortável memória; planante. (...) Percorrida a memória até ao Chiado, encaminho-me para A Vida Portuguesa (...). Calço os Sanjo para continuar a descalçar-me." Por Fallorca, "O Cheiro dos Livros".
Foto gentilmente cedida por Rosa Pomar.