quinta-feira, 27 de junho de 2013

Swallows over Lisbon: when a city loves tradition


"(...) A concept similar to that of Catarina Portas. Two streets over and around the corner is one of her shops, which also sells only traditional and national goods like cosmetics, kitchen or office supplies. “We believe that there is a future for old Portuguese products,” she says. And her idea – with which she seemed to be the trendsetter – has been working for seven years. Later, when the trend seemed to approach its peak, she expanded and bought three of the historical Quiosques de Refresco– commercial stands from the 19th century that are located at public places in the city. There, enjoying traditional drinks like leite perfumado, milk laced with cinnamon, lemon and sugar, people refresh themselves. “Why drink Coca Cola if you are able to support your own country so delicious?” Asks customer José Silva as he enjoys his beverage." Katja Vogt, CulTour Magazine.

terça-feira, 25 de junho de 2013

O novo sinónimo de Verão é... Sovina

Porque cerveja é sinónimo de Verão e ser "Sovina" afinal até é uma coisa boa. Já à venda n' A Vida Portuguesa do Porto em breve também em Lisboa. €2.70 por uma garrafa de 33cl e €6.70 pela de 75cl. Artesanal, do Porto para o mundo.

Foto originária de Veloculture Porto.

O que nós gostamos das histórias por trás das marcas... Esqueçam Os Três Mosqueteiros, chegaram Os Três Cervejeiros.

"Esta é daquelas histórias sobre as quais se fazem filmes. Como Steve Jobs ter começado a Apple numa garagem ou Mark Zuckerberg ter criado o Facebook para colmatar a sua falta de charme pessoal com as miúdas. A nova cerveja do Porto, chamada Sovina, existe porque alguém não desistiu de lutar pelo que gosta. Primeiro foi Alberto Abreu, um homem comum, com um emprego no ramo imobiliário, mas que secretamente gostava tanto de cerveja que obrigava a família a fazer viagens temáticas à Alemanha e trocar as idas a museus por visista a cervejarias. Demorou décadas até encontrar Pedro Sousa, que por sua vez conheceu a cerveja com 14 anos. Tão novo, pensa o leitor, e já na má vida. Não é o caso. Pedro e o irmão ganharam vontade de fazer vinho quando presenciavam as vindimas. Como não havia uvas, viraram-se para a cidra e mais tarde para a cerveja.
O irmão desistiu para dedicar-se à faculdade mas Pedro continuou: requisitou livros, comprou ingredientes e levou castigos da mãe por deixar o forno ligado a torrar cevada um dia inteiro.
Produzia 20 a 30 litros de cerveja em casa, para a alegria de amigos e família. Autodidacta, durante anos aprendeu tudo sobre a arte da cerveja.
Quando Alberto e Pedro se cruzaram a química era indelével. A empresa Os Três Cervejeiros é composta por Alberto, o genro Arménio Martins ("especialista em beber" e que, já agora, é designer e tratou da imagem das garrafas) e Pedro Sousa.
Fazer cerveja foi a catarse e (...) começaram a produzir. No cervejaartesanal.com explicam todo o processo para fazer cerveja caseira. Disponibilizam kits, equipamento e ingredientes com venda online e distribuição para todo o país, a partir do seu armazém na Boavista. É também aqui que fazem a cerveja: moagem do malte que é misturado com água quente - a temperatura influencia o corpo da cerveja - e depois de fervido é separado o mosto do líquido, lavado para extrair mais açúcar e novamente fervido. O lúpulo, uma planta prima do cannabis (mas sem as características interessantes da parente) é adicionado depois, confere o sabor amargo e funciona como bactericida.
Por fim a cerveja fermenta nas cubas e só vê a luz do dia quando o consumidor a abre. Uma cerveja artesanal é mais sensível, sem conservantes e dura um ano. As diferenças da industrial? "Fácil, explica Pedro, alguém que sempre tenha bebido sumo de pacote vai achar intenso o sabor de um sumo de laranja natural". Logo a cerveja sabe a cevada, até porque é 100% produzida à base de malte, enquanto as outras adicionam outros cereais." Time Out Porto


"Quando Alberto Abreu, Arménio Martins e Pedro Sousa decidiram criar a Sovina, não imaginaram que, um ano depois, toda a maquinaria e tempo passado a fazer cerveja não fosse suficiente para responder ao número cada vez maior de encomendas. A Sovina começou por produzir algumas caixas de dois tipos de cerveja artesanal: a Amber (uma receita francesa) e a Helles (uma receita de Munique). Neste momento, há mais quatro tipos: Stout, Bock, IPA e, a mais recente, Trigo. A Time Out foi até à fábrica da Sovina aprender como se faz a cerveja de trigo. Durante o tempo que lá estivemos, misturou-se malte com água numa grande panela, a coisa ferveu durante horas, o cheiro tipo Nestum espalhou-se no ar e depois esse preparado foi filtrado. O resultado dessas primeiras horas foi um chá quentinho com sabor a Cerelac e muitos cereais que, a posterior, servirão para alimentar animais. Depois disto vem a fermentação, que leva o seu tempo - no caso da cerveja de trigo, três semanas. Ou seja, no momento em que lê isto, eles devem estar a provar o néctar para decidir se está suficientemente bom para ser engarrafado. Os três cervejeiros (este até é mesmo o nome da empresa) começaram este negócio de cerveja artesanal por brincadeira. Alberto, amante de cerveja, tinha o sonho desde sempre; Pedro costumava pegar fogo à casa enquanto torrava malte no forno da mãe para fazer cerveja caseira e Arménio, que tratou da imagem da marca, ajuda nas provas e na confecção. A Sovina está à venda em quase todos os restaurantes da Baixa do Porto." Time Out Porto


E o que é que se faz com uma garrafa Sovina depois de (bem) bebida? Siga as instruções aqui.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Festejos sanjoaninos

Este ano os festejos na loja do Porto são brindados e regados com a deliciosa novidade para as nossas prateleiras que é a cerveja artesanal Sovina. Já à venda n'A Vida Portuguesa da Rua Galeria de Paris (20, primeiro andar), em breve também na loja de Lisboa. À vossa e à do São João!

A Vida Portuguesa agradece as fotos cortesia Cerveja Sovina retiradas daqui.

domingo, 23 de junho de 2013

Deliciosa tienda

"Shopping a la portuguesa (¡y sin toallas!). La capacidad para repensar la artesanía tradicional y poner en valor lor productos locales no la tienen todas las culturas. La portuguesa sí. A Vida Portuguesa es un proyecto de Catarina Portas que decidió inventariar los productos de la vida cotidiana del país que habían atravesado décadas. Y surgió esta deliciosa tienda en la que la pasta de dientes Couto con las harinas Farinha 33. Tras arrasar en Lisboa, A Vida Portuguesa ha abierto en Oporto, en el número 20 de la calle Galerías de París.

Rua Anchieta 11, Lisboa. Tel. 213 465 073"
CondéNast Traveler, Espanha.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Precisa-se: gente para A Vida

Já não é segredo para ninguém que A Vida Portuguesa vai abrir uma loja nova em Lisboa e, portanto, precisa de expandir a equipa (onde homem também entra). Se têm força braçal, um sorriso sempre pronto e um amor inesgotável à causa do bem saber fazer português, mandem por favor o vosso currículo, com foto e uma breve carta de apresentação para lojaintendente@avidaportuguesa.com
A Vida agradece.


Foto de Pedro Guimarães.

Lisbon's authentic treasures

A cuidadosa selecção d' A Vida Portuguesa em destaque no "T+L's Definitive Guide to Lisbon", que também gaba a cidade de ser um dos destinos mais vibrantes da Europa.

"A clutch of small, stylish, and affordable hotel and restaurant openings has revitalized Lisbon′s oldest neighborhoods, turning Portugal’s capital into one of Europe’s most vibrant destinations. (...)

Looking to uncover the city’s most authentic treasures? Check out these boutiques.

A Vida Portuguesa: Come here for a well-curated selection of homegrown goods (Confiança soaps; Tricana conserves), handicrafts (hand-loomed blankets), and bric-a-brac."

Alexandra Marshall
T+L's Definitive Guide to Lisbon
Travel + Leisure


domingo, 16 de junho de 2013

A Vida Pública

Do Público de hoje. Os antigos, genuínos e deliciosos produtos de criação nacional no jornal de referência português.